quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
hurts... =.(
I know you never do...
I know it wasn't your intention...
I know it never is...
I know I got the wrong idea...
I know I always do...
But you should have known better!!!
you should have known that it doesn't matter the no's....
but it matters the feeling...
you know you hurted me...
you know you always do...
you know I understood the first thing....
you know I always do....
you know you were misunderstood...
you always are...
but when it happens, doesnt matter what it should have happened...
what should have been known...
what should have been thought...
it only matters how it was felt...
so let's just start making ourselves understood....
and even after that...
apologize for the way that things really turned out to be....
'cause...
it just FUCKING hurts!!!!
=.(
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
vida essa que é estranha...
que sempre vai e volta....
vida que cafunde...
que amanhece e escurece...
que ilude e entristece..
é a mesma vida que ilumina..
que surpreende e alegra...
que faz uma mina virar cinderela...
é a vida que esconde...
que cuida e ensurdece...
que me deixa louca e protege...
vida que me faz querer fugir...
ficar longe...
vida que não me deixa estar longe....
tem de estar perto...
de estar por perto...
de estar acima do que é certo...
vida que me faz viver...
que me prende...
que faz o risco correr...
ó vida....
o que seria eu sem você?!
Por mais difícil que seja ela tenta não se desanimar e faz tudo que tem que fazer sem xingar ou socar algo. Terminado tudo falta apenas o rápido café da manhã. Ela segue alegremente em direção a cozinha, afinal um quente leite a espera, para aquecê-la antes de ela ter de enfrentar mais um dia cheio de tarefas a serem compridas. Mas, como qualquer pode perceber, o dia estava todo combinado e ao invés de algo quente ela tem de tomar um iogurte vencido e gelado.
Ainda tentando não se descontrolar ela sai de casa sentindo sua garganta gelada e seu paladar azedo, os quais são acentuados na primeira corrente de vento. Para completar essa manhã tão deliciosa, ela pisa em um sakate largado no meio do caminho e cai no chão desacordada. Alguns minutos depois ela acorda com medo de ter quebrado algo. Olha ao seu redor, está na cama debaixo do cobertor. Enquanto tentando entender seu sonho maluco ouvi um grito mais alto que seu sonho, lembrando que ela está mais atrasado do que imagina. Passando muito frio ela se levanta.
O dia está apenas começando...
Quer algo a mais! Quer que algo mude!
Quer que seja do seu jeito! Quer ter a razão!
Quer parar de sofrer! Quer mudar o passado!
Ela soluça...
Sente a pressão! Sente a responsabilidade!
Sente a dor! Sente a mágoa!
Sente o arrependimento! Sente a vergonha!
Ela enxuga as lágrimas...
Nada mudou e a responsabilidade pesa mais uma vez.
Nada correspondeu a seu jeito mimado e a dor dói agora mais forte.
Nada do passado mudou e a vergonha mais uma vez a desconserta!
Ela abre um sorriso e começa a andar...
Assume suas responsabilidades e decidi mudar por si só.
Esquece seus “queros” e sentindo a dor começa a construir algo.
Assume seus erros e os toma como exemplos.
Ela amadurece...
Em meio a discussões e brigas, eu escrevo.
Em meio a furacões e vendavais, eu escrevo.
Em meio a julgamentos e conceitos antiquados, eu escrevo
Em meio a idéias malucas e pensamentos infames, eu escrevo.
Em meio a prazos e obrigações, eu escrevo
Em meio a mágoas e saudades, eu escrevo.
Escrevo pois é algo muito mais do que uma simples necessidade.
Escrevo pois assim me liberto e vou para longe de tudo.
Escrevo pois não me importo com o que acontece ao meu redor.
Escrevo pois sou egoísta a ponto de me fechar sem prévio aviso.
Escrevo pois é a única coisa que me impede de desistir.
Escrevo pois palavras não me julgam ou esperam algo de mim.
Escrevo pois nessa solidão de letras me sinto acolhida e cuidada.
Escrevo pois assim, e somente assim, eu me compreendo...